Telecom
Nokia Siemens adequa custos para atender ao próximo bilhão de conectados
Companhia espera maior volume de novos assinnates de países do BRIC, onde o apelo do preço baixo é mais forte.
Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD
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A Nokia Siemens adota estratégias de constante redução de custos para manter a liderança de mercado nos próximos anos, quando os próximos usuários conectados virão de países emergentes como os que compõem o bloco dos BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China).
Sabedora de que nesses locais o apelo do preço baixo é mais forte, e que a competição com os demais fornecedores de equipamentos sempre pressiona as margens, a companhia se empenha para manter a rentabilidade.
O CEO mundial da Nokia Siemens, Simon Beresford-Wylie, que visita o Brasil nesta semana pela primeira vez no cargo (ele já veio a São Paulo como executivo da Nokia, antes da fusão) explicou que, nesses 25 anos em que atua na área de telecomunicações, pôde comprovar que "os preços caem todos os anos", tanto pela dinâmica da competição como pela vontade das operadoras de levarem os serviços a um número cada vez maior de pessoas.
"Com a ampliação do mercado e a estratégia de reduzir custos, conseguimos equilibrar a rentabilidade", afirmou o executivo, já que as empresas passam a atender um número maior de clientes.
Segundo ele, a estratégia da Nokia Siemens para cortar os gastos envolve simplificar a arquitetura de rede, "para torná-la mais simples e eficiente", além de criar produtos menores e mais integrados entre si e de trabalhar com maior proximidade com as operadoras.
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