Telecom
3G: regras trazem mais apreensão que entusiasmo
Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD
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Ele arrisca prever que, “se a agência insistir nesse modelo, pode haver deserção”, com a total falta de interessados no leilão.
Ericsson fica
De qualquer forma, a decisão de realizar o leilão ainda este ano já teve pelo menos um efeito positivo: a sueca Ericsson, que chegou a cogitar fechar sua unidade fabril no Brasil, instalada há 52 anos em São José dos Campos (SP), convenceu a matriz a manter a fábrica, diante da perspectiva de novos negócios.
“Os investimentos em segunda geração estão diminuindo significativamente, então a licitação do 3G vem para retomar os negócios”, afirmou Lourenço Pinto Coelho, vice-presidente comercial e de marketing da companhia.
Na sua estimativa, em 2009 a terceira geração já deve alcançar um número de usuários maior que a segunda geração no Brasil. Ele acredita, inclusive, que os primeiros negócios já aconteçam este ano.
“As operadoras que têm certeza que irão participar podem contratar as redes antes mesmo de assinar contratos com a Anatel”, acredita, otimista, o executivo da companhia sueca.
A Ericsson foi a escolhida pela Telemig Celular para implantar uma rede de terceira geração em 850 MHz, no espectro liberado pelos usuários que migraram do TDMA para o GSM.
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