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Venda de equipamentos para redes WiFi Mesh vai triplicar até 2011

Municípios continuarão a gerar demanda por redes sem fio desse tipo, mas a média de novas implantações começa a cair a partir de 2008, segundo pesquisa da In-Stat.

Por COMPUTERWORLD

28 de agosto de 2007 - 13h35
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Depois de saltar 100% em 2006 e crescer a uma taxa projetada de 90% este ano, a venda de equipamentos para redes WiFi Mesh, de banda larga sem fio, deve acumular um crescimento de três vezes entre os anos de 2006 e 2011.

A projeção é do instituto In-Stat, de pesquisas de mercado de tecnologia. Segundo comunicado do instituto à imprensa, a maior parte desse crescimento virá até o ano de 2008, mas a partir desse período a demanda começa a declinar.

"As cidades vão continuar a implantar redes Mesh, mas a demanda vai reduzir o ritmo a partir de 2008, diante das preocupações das administrações com o modelo de negócios", acredita Daryl Schoolar, analista da In-Stat.

Muitos projetos das prefeituras são relacionados a iniciativas de inclusão digital, o que prevê acesso gratuito, o que explica a preocupação com o retorno do investimento.

"O crescimento nas grandes corporações, no entanto, aliado à necessidade de substituir os nós de redes mais antigos, ajudarão a compensar a queda na demanda governamental", pondera o analista, no comunicado.

De acordo com a pesquisa, a receita dos fornecedores de equipamentos para redes Mesh continaurá a crescer até 2011, mas em um ritmo mais lento na medida em que os preços da infra-estrutura sofrerem queda.

Redes WiMax e de novas gerações de celular terão impacto negativo no crescimento das redes Mesh uma vez que visam o mesmo escopo de público - usuários que querem banda larga com alguma mobilidade.

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