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Telefonia fixa sobe em agosto e pressiona inflação

Categoria apresentou elevação de 1,14% no mês e contribuiu para a variação de 0,47% no IPCA do mês, que atingiu quase o dobro do valor registrado no mês anterior, segundo o IBGE.

Por COMPUTERWORLD

06 de setembro de 2007 - 10h45
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As contas de agosto de telefonia fixa subiram, em média, 1,14% no País em agosto e chegaram a pressionar o índice de inflação no mês, revelou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (06/09).

Segundo o órgão, a elevação da telefonia fixa foi influenciada principalmente pelo reajuste ocorrido no valor da assinatura e nas tarifas de chamadas fixo-móvel, a partir de 21 de julho.
 
A categoria também pressionou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que teve variação de 0,47%, quase o dobro do resultado do mês anterior (0,24%).
Na comparação com o ano anterior, o crescimento foi ainda maior. Agosto de 2006 havia registrado IPCA de 0,05%.

Nos últimos 12 meses, a variação foi de 4,18%.

Entre os outros produtos que pressionaram o IPCA no mês estiveram gêneros alimentícios (+1,39%), conserto de automóvel (+1,41%), empregados domésticos (+0,69%), plano de saúde (+0,56%), colégios (+0,49%) e ônibus urbanos (+0,43%). Já o grupo de TV, som e informática apresentou deflação de 1,22% no mês.

O IPCA foi medido entre os dias 28 de julho a 27 agosto de 2007.

Reajustes autorizados

Os percentuais de reajuste das tarifas das concessionárias de telefonia fixa foram definidos na segunda quinzena de julho pela Anatel. A decisão foi tomada após dois dias de reunião extraordinária do conselho diretor da agência reguladora.

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Os percentuais de reajuste autorizados para cada concessionária foram: Telemar, 1,8321%; Brasil Telecom, 2,1385%; Telefônica, 2,2054%; CTBC Telecom, 2,1692%; e  Sercomtel; 2,2054%. A Embratel foi a única que teve a tarifa reduzida em 1,4811%.

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