Telecom
BrT fica fora do leilão e faz opção por banda larga
Para presidente do Teleco, estratégia foi 'combinada' com a Oi para uma possível fusão das duas operadoras, que juntas teriam cobertura nacional.
Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD
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A Brasil Telecom decidiu não participar de nenhuma das disputas que estão sendo travadas na sede da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) desde ontem (25/09) por freqüências da segunda geração de telefonia móvel.
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Esta é a última chance das operadoras para reforçarem seus espectros e completarem sua cobertura antes do leilão de terceira geração, previsto para o final deste ano.
Procurada, a companhia informou que tratou-se de uma decisão estratégica e que, por isso, não faria comentários. Para Eduardo Tude, presidente da entidade Teleco, no entanto, a causa pode ser outra.
"Já existe um jogo casado da Brasil Telecom com a Oi", afirmou Tude. Como existem conversas para uma possível fusão das duas companhias, "juntas elas passarão a ter cobertura nacional como as demais", ponderou.
No leilão de freqüências, a Oi conseguiu ingressar no estado de São Paulo, principal região do País que faltava em sua cobertura. Caso se junte à Brasil Telecom, ela passa também a cobrir as regiões Norte, Centro-Oeste e Sul e, assim, fecha a cobertura em todo o País.
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