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Telecom

Ministro quer 'ressuscitar' telefone social para ampliar total de linhas fixas

Hélio Costa afirma que está à disposição do presidente Lula para discutir proposta que poderia trazer 10 milhões de novos assinantes à base atual, estagnada há anos.

Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD*

02 de outubro de 2007 - 09h02
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O ministro das Comunicações, Hélio Costa, propôs 'ressuscitar' um projeto de telefone fixo social como forma de elevar a base de assinantes do País, estagnada há anos em cerca de 40 milhões de assinantes.

Leia a cobertura completa da Futurecom 2007

Segundo ele, a proposta do ministério é que, no lugar da assinatura mensal básica atual - de, em média, 40 reais, conforme o estado - essa linha custe em torno de 18 reais mensais, mas tenha metade da franquia atual, ou 100 minutos, em vez de 200.

"Não é uma proposta que tenha impacto capaz de trazer desequilíbrio para as empresas", afirmou Costa, ao participar na noite de ontem (01/10) da abertura da Futurecom 2007.

Ele acredita que a redução do valor da franquia seria compensada pelo aumento da base e a oferta de franquia menor de minutos.

Segundo ele, "com a redução da franquia e dos custos, as operadoras poderiam vender pelo menos mais 10 milhões de linhas".

De acordo com o ministro, "quando o presidente quiser nos reeber" a pasta estará pronta para discutir a proposta.

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Conhecido como 'telefone social', o projeto do ministro acabou não sendo colocado em prática em 2006 porque a própria Anatel já tinha um modelo de linha específica para as classes de menor poder aquisitivo, o Aice (acesso individual de classe especial).

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