Telecom
Anatel vê entraves para permitir oferta de 3G antes do leilão
Por Taís Fuoco e Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD*
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Ele afirmou que o processo está em seu tempo normal de aprovação, mas disse não poder prever quando o assunto receberá uma decisão final por parte do conselho.
O presidente da agência, Ronaldo Sardenberg, afirmou na Futurecom 2007 que o edital para a venda das licenças de terceira geração deve estar finalizado ainda este mês para que o cronograma inicial - que prevê o leilão das licenças até o final deste ano - seja preservado.
A agência vai vender faixas de 1,9 e 2,1 GHz, mas, como lembrou o presidente da Claro, "opera-se 3G na freqüêbcia que se quiser". A própria operadora pretende fazê-lo em 850 MHz, mas também participar do leilão para adquirir faixas em 2,1 GHz.
"Eu não pagaria um ágio de mais de 1.200% se não quisesse participar do leilão de 3G", ressaltou Cox. "Eu não tenho faixas em 850 MHz no Brasil todo, como a Vivo. Por isso, dizer que a Claro quer lançar 3G em 850 MHz para não participar do leilão é um argumento que não se sustenta", reiterou.
A discussão não deve ser, segundo ele, para saber porque a Claro e a Telemig querem lançar os serviços antes do leilã, "mas porque os outros não estão fazendo", disse o presidente da Claro, já que TIM e Vivo, por exemplo, também tem faixas livres para essa oferta.
Segundo Cox, a terceira geração "vai representar para a banda larga a mesma revolução que o pré-pago significou para a telefonia no Brasil".
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