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Telecom

UE pode considerar regulamentação única para preços de banda larga

Para diminuir a disparidade entre o número de usuários de banda larga entre os diversos países da União Européia, comissão avalia medida de padronização de regras.

Por IDG News Service

15 de outubro de 2007 - 11h24
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As diferenças existentes entre o que possuem e o que não oferecem os serviços de banda larga na União Européia aumentaram durante o ano passado. Por isso, a Comissão Européia avalia a possibilidade de criar uma regulamentação de preços, similar a imposta no mercado de roaming para telefones móveis feita no começo deste ano.

Menos de 6% dos búlgaros têm acesso a internet de banda larga, enquanto apenas aproximadamente 40% dos dinamarqueses têm, descobriu a Comissão percebeu em seu último estudo sobre a penetração de banda larga entre 27 estados membros dos Estados Unidos.

As principais razões para a baixa penetração de mercado em países como Bulgária, concluiu a Comissão, são a ausência de qualquer competição real para os fornecedores locais e regulamentação inadequada em toda a Europa.

“Não é inaceitável que a diferença entre o melhor e o pior desempenho na Europa esteja crescendo. A Europa deve agir agora para colocar a ‘casa da banda larga’ em ordem. Eu vou fazer propostas para isso, como parte do nosso pacote de reformas para as regras de telecomunicações na União Européia em 13 de novembro”, afirma a membro do conselho, Viviane Reding.

Ainda envolvida com a intervenção feita para a regulamentação do uso de celulares fora dos países, ela considera uma medida similar em banda larga, para forçar a queda nos preços em mercados pouco competitivos.

Sobre forçar a queda nos preços, entretanto, o porta-voz Martin Selmayr diz que “os preços são um recurso importante, mas que isso deve somente ser a última alternativa”.

A penetração da banda larga no velho continente continuou crescendo no ano passado. A média de assinantes cresceu de 14,9% da população para 18,2%, apesar de as taxas relativamente modestas em alguns países.

Nos países de melhor desempenho, está a Dinamarca (37,2%) e a Holanda (33,1%), onde um terço ou mais da população tem banda larga, com uma proporção substancial usando uma infra-estrutura diferente do fornecedor que domina.

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Em julho deste ano, havia mais de 90 milhões de linhas fixas de banda larga nos EUA, sendo que algumas 20 milhões de linhas foram adicionadas desde julho de 2006, o que representa um aumento de 28,7%. Proporcionalmente, o crescimento durante o período de 12 meses foi maior na Dinamarca (7,7 linhas para cada 100 habitantes), Luxemburgo (7,1 por 100) e Irlanda (6,7 por 100).

O Digital Subscriber Line (DSL) continua a principal tecnologia, como alguns 72,5 milhões de linhas. No entanto, o DSL teve um pequeno crescimento se comparado com a medida de julho de 2006, e também em relação a sistemas alternativos, como o cabo, a fibra para conexões locais em fio ou domésticas que são amplamente usadas, totalizando 17,7 milhões de linhas, segundo afirma a Comissão.

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