Telecom
Brasil está a só dois meses do leilão de 3ª geração de celular
Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD
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As obrigações de cobertura também foram mantidas. Assim, em dois anos, todas as capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes já deverá dispor da terceira geração, enquanto as cidades com menos de 30 mil habitantes deverão ter, pelo menos, a segunda geração de telefonia celular.
Hoje, cerca de 40% dos municípios brasileiros não dispõem de nenhuma rede de telefonia móvel e a Anatel pretende reduzir essa falha de cobertura com a disputa pela terceira geração.
Na Futurecom 2007, o conselheiro Antonio Bedran afirmou, em webcast na TV COMPUTERWORLD, que, assim como houve disputa acirrada no último leilão de segunda geração, em setembro, esperava o mesmo entusiasmo das operadoras na terceira geração.
"Os investidores estão acreditando que o País é viável e estão dispostos a investir", afirmou Bedran. Segundo ele, nas conversas que manteve com as operadoras pode perceber que "o leilão de terceira geração será um êxito". Para Bedran, "a terceira geração já se impõe" e, por isso, as operadoras irão disputar agressivamente as licenças.
No leilão das sobras de freqüência de segunda geração, houve ágios de mais de 1.200% em algumas regiões do Brasil e a agência arrecadou mais de 570 milhões de reais.
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