Telecom
NET e Claro ainda não sentiram desabastecimento de produtos Cisco
Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD
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Ele informou ter repassado para a auditoria da empresa todas as informações que têm saído sobre o caso Cisco na imprensa porque a matriz da Claro, a mexicana América Móvil, "tem conformidade com a lei Sarbanes-Oxley" que rege a governança corporativa nos Estados Unidos, onde ela também é listada.
Cox afirmou não saber que parte da rede da Claro é formada por equipamentos Cisco, mas ressaltou que "quase 100% dos equipamentos são comprados através da Promon".
A Promon, por sua vez, disse preferir não dar entrevistas sobre o caso Cisco, mas uma fonte ligada à companhia ressaltou que ela compra os equipamentos diretamente da matriz, nos Estados Unidos, e que, por isso, não sentiu nenhuma mudança até o momento na entrega de produtos.
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