Telecom
A banda larga ficou móvel. E agora?
Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD
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Para Cox, “a terceira geração vai oferecer quase o triplo da velocidade média hoje fornecida pela telefonia fixa, com a conveniência da mobilidade”. Em sua avaliação, o total de usuários de banda larga do Brasil hoje – cerca de 6,5 milhões – “é um absurdo de pouco”.
Mobilidade já
A Brasil Telecom também aposta na mobilidade da banda larga e, por isso, anunciou em Florianópolis a oferta do primeiro celular WiFi do mercado, que estará à venda até o final deste ano.
“Hoje o uso pode ser pequeno, mas esse é um benefício que vai crescer com o tempo”, acredita Ricardo Couto, diretor de marketing da companhia.
A empresa ainda não definiu o preço da novidade, que estará disponível com uma gama de pelo menos quatro aparelhos de celular. Couto, entretanto, ressalta que “o cliente vai querer um benefício financeiro para aderir” à oferta.
Como tem freqüências que lhe permitem oferecer WiMax graças à aquisição da Vant, em 2002, a operadora já implantou redes de banda larga sem fio nas cidades de São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.
A estratégia, segundo Couto, é ampliar a rede de cobre onde ela esteja congestionada e, nas novas regiões (como São Paulo), oferecer serviços diferenciados para o mercado corporativo.
Hoje, a Brasil Telecom faz testes com o WiMax nomádico (com mobilidade restrita), mas assim que tiver a homologação da Anatel, avisa que partirá para a versão móvel da tecnologia.
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