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Telecom

Ministro promete às operadoras rever carga de impostos de telefonia

Para presidente da TIM, já existe sintonia entre governo e operadoras de que só dessa forma o serviço de celular vai chegar a uma maior gama da população.

Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD

25 de outubro de 2007 - 14h36
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O ministro Hélio Costa, das Comunicações, prometeu às operadoras rever a carga de impostos do setor, em especial dos fundos como o Fistel, que garante a fiscalização do serviço e que hoje envolve uma tarifa fixa de 26 reais a cada novo usuário que entra na base, além de 13 reais por ano sobre cada assinante.

A informação foi fornecida pelo presidente da TIM, Mario Cesar Pereira de Araujo, em encontro com a imprensa nesta quinta-feira (25/10). Segundo ele, "já há uma sintonia entre governo e operadoras de que é preciso reduzir a carga dos impostos".

Segundo Araujo, "o governo já entende que, para que as operadoras ampliem a cobertura de celular no País, é preciso preservar a sua saúde financeira, sob pena de se criar um monopólio privado, muito ruim para o País", afirmou.

De acordo com o executivo, logo depois da Futurecom 2007, o ministro convocou as operadoras para uma reunião para começar a discutir a questão da carga tributária, que foi alvo de debates no evento realizado em Florianópolis (SC). Segundo Araujo, entretanto, foi apenas "uma primeira conversa" e nenhuma decisão foi tomada.

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Ele citou o fato de que hoje mais de 2 mil municípios brasileiros não têm cobertura de telefonia celular. Mas ressaltou que "não vai adiantar aumentar a cobertura, se os preços ainda não couberem no bolso do consumidor".

Para ele, a redução nos preços deve ser uma ação conjunta entre governo e operadoras. Uma das respostas da TIM, segundo ele, foi o lançamento de microrrecargas a partir de 1 real em um plano com tarifa reduzida por minuto nas chamadas a três números escolhidos pelo usuário.

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