Telecom
13 tecnologias móveis que vão mudar a sua vida
Por IDG News Service
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A Sprint afirma que a velocidade típica do Xohm vai ser entre 2 Mbps e 4Mbps. Enquanto a operadora ainda não deu detalhes de preço, ela já deixou claro que pretende oferecê-lo em patamares competitivos com o DSL e o acesso por cabo, que são significativamente mais baratos que a conexão por 3G.
Mais radical ainda, pelo menos para uma companhia mais conhecida como operadora de celular, a Sprint não vai impor contratos de longo prazo aos clientes, mas, em vez disso, vai criar um modelo de assinatura.
A Verizon Wireless disse que vai implantar uma tecnologia concorrente chamada LTE (long-term evolution),, que vai permitir velocidades de conexão similares ao Xohm da Sprint. No entanto, muitos observadores acreditam que a LTE e outras tecnologias semelhantes não estarão disponíveis antes de 2011. Naquele período, os fornecedores acreditam que o WiMax já terá chegado a velocidades potenciais de 1 Gbps.
Por que é importante: muitas das demais tecnologias inovadoras discutidas aqui requerem acesso rápido e a um preço acessível.
2) Redes Multihop
Alguns pesquisadores e futuristas acreditam que as redes de transmissão multihop irão, eventualmente, suplantar tecnologias como WiMax e LTE. Com essas redes, sinais sem fio irão rotear-se através de uma série de pontos de acesso. Como a própria internet, o roteamento dos dados é variável, de acordo com as condições.
“A rede vai encontrar o melhor roteamento e a melhor maneira de transmissão”, diz Wen Tong, diretor do laboratório de tecnologia sem fio da Nortel Networks. “Eu vejo uma implantação embrionária em três anos”, completou.
Uma variação de uma rede multihop chamada de ad hoc networks poderá surgir daqui a algum tempo. “Ad hoc” é uma expressão em latim que significa “com este propósito”. Com essa tecnologia, os dados poderão ser transmitidos em cadeia dentro dos próprios aparelhos. Em outras palavras, seu telefone móvel será também um ponto de acesso móvel.
“A definição da qualidade de uma ad hoc network é que ela não tem infra-estrutura”, disse Anthony Ephremides, professor de engenharia elétrica e computacional da Universidade de Maryland. “Eu imagino se ela estará pronta em um período de cinco a 10 anos”, acrescentou.
Por que é importante: Essas redes vão estender o acesso para lugares onde hoje não há nenhuma tecnologia disponível, sem a necessidade de implantar uma infra-estrutura. Por isso, essas redes estão imunes a catástrofes. Isso explica porque, diz Ephremides, as Forças Armadas estão patrocinando uma série de pesquisas em ad hoc networks.
3 e 4) Femtocells e convergência fixo-móvel
Ambas as tecnologias permitem que você tenha um único aparelho e uma linha com os quais podem se comunicar virtualmente a partir de qualquer lugar.
Uma femtocell – inicialmente chamada de Access Point Base Station - se parece um pouco com um roteador WiFi, mas ele desempenha a mesma função em casa ou no escritório na medida em que as estações radiobase instaladas em prédios na base das torres de celular.
Eles se comunicam diretamente com seu celular e carregam o sinal para uma rede mais ampla através de uma linha de banda larga como DSL ou cabo.
“Operadoras irão oferecer femtocells da forma como as operadoras de cabo oferecem cable modems”, disse Paul Callahan, vice-presidente de desenvolvimento de negócios de femtocell da Airvana. “Elas lhe darão cinco barras em casa”.
Isso significa que você terá a possibilidade de cavar sua própria linha e usar seu celular em qualquer lugar. A Sprint oferece femtocells, em testes piloto, para clientes de Denver e Indianápolis, no mercado americano. Ela cobra 15 dólares por mês por pessoa e 30 dólares para uma família. Os assinantes podem fazer quantas chamadas locais e nacionais quiserem.
A T-Mobile USA lançou seu programa de convergência fixo-móvel Hotspot@home no mês de junho, o que exige um telefone celular que suporte tanto o padrão WiFi como acesso a rede de telefonia móvel.
Dentro do aparelho está um software que permite que, por exemplo, você caminhe dentro de sua casa ou escritório enquanto fala no celular e tenha a chamada feita por voz sobre IP ou rede WiFi. A T-Mobile cobra 30 dólares por mês para chamadas locais e nacionais ilimitadas.
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