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Anatel: número de linhas fixas cresce 135% em 10 anos

Total subiu de 17 milhões em 1997 contra 40 milhões de linhas registradas neste ano, segundo balanço divulgado hoje pela Agência Nacional de Telecomunições.

Por Redação do COMPUTERWORLD*

05 de novembro de 2007 - 14h20
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O número de linhas de telefone fixo existentes no Brasil cresceu 135% nos últimos dez anos, de acordo com balanço divulgado nesta segunda-feira (05/11) durante solenidade em comemoração aos dez anos da criação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em 1997, eram 17 milhões de linhas e, hoje, chegam a 40 milhões.

Os 40 milhões, entretanto, seguem estgnados há cerca de três anos, sem crescimento. Ainda segundo a Agência, o número de telefones públicos também teve um aumento expressivo. Em uma década dobrou o número de orelhões disponíveis, passando de 520 mil para mais de 1 milhão.

O presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, diz que graças ao programa de universalização desenvolvido, atualmente todos os 5.564 municípios brasileiros dispõem de telefonia fixa com acesso individual ou de uso público.

A Anatel foi a primeira agência reguladora a ser instalada no Brasil, em 5 de novembro de 1997. A autarquia tem a responsabilidade de regular e fiscalizar os serviços de telecomunicações. Isso envolve a telefonia fixa e móvel, os serviços de televisão por assinatura e o uso de radiofreqüência.

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De acordo com Sardenberg, a tendência dominante na Anatel é que definições sobre o uso de novas tecnologias não devam ser regulamentadas pela agência e, sim ,pelos próprios consumidores, a partir de uma interação com as empresas prestadoras de serviços. Assim, os próprios interessados seriam responsáveis por escolher a tecnologia mais adequada a cada caso.

Com isso, a agência ficaria mais voltada a problemas relacionados à regulação, fiscalização, universalização e ao descumprimento dos direitos do consumidor. “Deve haver por parte da Anatel uma certa neutralidade tecnológica. Nós queremos trabalhar no sentido de que as várias modalidades de tecnologia possam ser utilizadas”, afirmou o presidente da agência reguladora.

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