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Claro terá celular de graça também na 3ª geração

Companhia lança amanhã serviços nas regiões metropolitanas de Distrito Federal, Recife e Fortaleza, mas estende a Porto Alegre, Rio e São Paulo até dezembro.

Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD

13 de novembro de 2007 - 13h18
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A Claro lança amanhã (14/11) os serviços de terceira geração de celular em três capitais, mas estende a opção para outras três até dezembro. De acordo com o plano de minutos escolhido no pós-pago, a companhia vai manter a estratégia de oferecer o aparelho gratuitamente.

Como explicou hoje aos jornalistas, o modelo Nokia 6120 já será gratuito a partir de amanhã no plano 600 minutos e, em dezembro, outro modelo poderá sair de graça, o Nokia 3555, no plano de 240 minutos.
Com a rede implantada pela Ericsson e Huawei, a operadora terá serviços de videochamada, IPTV e loja de músicas no aparelho móvel, além da oferta de banda larga móvel para notebooks e desktops.
Segundo João Cox, presidente da Claro, a companhia optou por lançar o serviço nas seis regiões - Distrito Federal, Recife, Fortaleza, Porto Alegre, Rio e São Paulo - neste primeiro momento, mas a partir de 2008 começa a expandir para outras regiões, já que tem a freqüência de 850 MHz disponível em 16 estados do País.

A partir do leilão de terceira geração que a Anatel promove em 18 de dezembro, a companhia também pretende levar a oferta a todo o Brasil, dessa vez na freqüência de 2,1 GHz. O serviço de videochamada vai custar 0,60 por minuto e os pacotes de banda larga móvel custam a partir de 69,90 reais mensais.

A Telemig Celular foi a primeira operadora a lançar serviços de terceira geração, na última sexta-feira, na região metropolitana de Belo Horizonte, região onde a Claro não tem cobertura de 850 MHz para competir neste momento.

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Segundo Cox, "a banda larga não cresce no Brasil" e, por isso, ele acredita que a terceira geração será a opção para estender o número de assinantes no País. Enquanto acredita-se que existam 6,9 milhões de assinantes de banda larga no Brasil, em setembro haviam mais de 112 milhões de celulares.

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