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Telecom

Banco ING reduz preço das ações da PT de 10 para 9,4 euros

Banco holandês ajusta o valor devido a separação da PT Multimídia e ao potencial que considera modesto de valorização.

Por Redação do COMPUTERWORLD

30 de novembro de 2007 - 12h04
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O banco holandês ING reviu para baixo, nesta quinta-feira (30/11), o preço-alvo das ações da Portugal Telecom (PT, que detém 50% da brasileira Vivo) de 10 para 9,4 euros, ajustando o valor à separação da PT Multimídia e ao potencial modesto de valorização.

Segundo o ING, após um início promissor em 2007 em termos de retomada da economia doméstica, melhoria de fundamentos e potenciais movimentos de fusões e aquisições [F&A], vemos agora algumas nuvens em termos de fundamentos e nenhum catalisador imediato ou evidente, quanto a F&A para a PT.

O banco holandês considera que há risco de deterioração de fundamentos domésticos da empresa, depois das "recentes e inesperadas propostas para redução das tarifas de terminação móvel [MTR] em 41%" e o potencial aumento da concorrência com o surgimento PT Multimídia [PTM], antes parte do grupo PT.

Além disso o ING afirma que são "improváveis catalisadores no curto prazo" para o título, considerando que "as possibilidades de vender a Vivo, de uma integração com a [empresa portuguesa] Sonaecom, são muito reduzidas".

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Perante este cenário, após o spin-off entre PT e PTM, o ING reduziu o preço-alvo das ações da PT, reiterando a recomendação para os investidores mantê-las, por considerar que o potencial de alta parece muito modesto e a ação transacionada com ligeiro ganho no setor.

Por outro lado, o risco de queda também é "limitado", com "um dividend yield (relação entre o dividendo por ação e a cotação da ação) de 6,2% e um programa de recompra de ações de 1,05 bilhão de euros a suportarem" o desempenho do título.

Às 12h56 em Lisboa (10h56 em Brasília), as ações da PT seguiam em queda de 0,11%, para 9,3 euros, o que representa um potencial de valorização de 1% frente ao preço-alvo atribuído pelo ING.

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