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Telecom

Sprint pode separar divisão WiMax em uma companhia independente

Informação foi divulgada pelo CEO interino, que explicou que a companhia quer atrair investimentos para financiar o projeto de banda larga sem fio.

Por Network World, EUA

05 de dezembro de 2007 - 16h06
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O CEO interino da Sprint Nextel, Paul Saleh, informou em uma conferência de investidores nesta semana que sua companhia avalia múltiplas opções para lidar com a divisão WiMax, incluindo a separação da área em uma companhia independente.

Saleh, que fez palestra na Global Media and Communications Conference do banco UBS na segunda-feira (03/12), disse que a Sprint examina planos para ampliar o projeto de WiMax em 2008, assim como decidir "se esse é o melhor caminho para nós".

Ele também afirmou que, no futuro, a divisão WiMax da Sprint pode adotar múltiplos formatos, incluindo um cenário onde a Sprint poderá contribuir para que o ativo WiMax encontre investidores  que queiram financiar a sua disseminação. A Sprint, neste caso, compraria serviços dessa entidade e os revenderia no mercado, segundo ele.

Apesar de já ter investido cerca de 5 bilhões de dólares no desenvolvimento de uma rede nacional de WiMax, o comprometimento da companhia com a tecnologia tem sido questionado desde que o CEO Gary Forsee, que foi fundamental na decisão da empresa de investir em WiMax, renunciou ao cargo em outubro.

Em adição à discussão sobre os planos futuros da companhia para o WiMax, Saleh também falou sobre a decisão de que Sprint e Clearwire encerrassem sua carta de intenções de atuar em conjunto.

Segundo ele, ter uma rede compartilhada de WiMax entre as duas empresas se tornou particularmente complicado e a operadora ficou receosa de que pudesse confundir os clientes.

"Não podemos permitir, como organização, que nosso foco saia da experiência do usuário e da simplificação dos negócios", disse ele. Saleh reiterou que a Sprint ainda está comprometida com um lançamento, ainda que preliminar, de uma rede WiMax no final deste ano em Baltimore, Chicago e Washington, mas afirmou que uma extensão desse projeto ainda está em discussão. Originalmente, a Sprint havia traçado a meta de alcançar 100 milhões de usuários de WiMax no final de 2008.

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Esta semana, no Broadband World Forum, a TVA informou que executivos da Sprint estiveram no País para discutir possíveis parcerias em WiMax, interessados em fazer com que a tecnologia se massifique mais rapidamente e, assim, os preços de seus equipamentos possam cair para todo o mercado.

A TVA, cujo controle foi comprado pela Telefônica, já fez testes de WiMax em três capitais e aguarda a homologação da Anatel aos equipamentos para lançar o acesso sem fio comercialmente em Curitiba (PR).

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