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Para Telefônica, há desequilíbrio entre tarifas de telefonia fixa e celular

Para Stael Prata Filho, diretor geral da operadora em São Paulo, a tarifa de celular é 'assimétrica' em relação à de telefonia fixa.

Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD

12 de dezembro de 2007 - 17h05
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Apesar de ser dona de 50% da maior operadora de telefonia celular do País (a Vivo), a Telefônica fez hoje (12/12) críticas ao que chamou de "assimetria" nas tarifas de telefonia fixa e móvel.

O diretor geral da Telefônica em São Paulo, Stael Prata Filho, afirmou, em encontro com a imprensa, que "há hoje um desequilíbrio que não é bom para a sociedade".

Segundo ele, hoje o cenário da telefonia fixa "está cada vez mais competitivo" e a concorrência com a própria telefonia móvel criou o tal "desequilíbrio", disse ele, referindo-se às tarifas de interconexão pagas pelas operadoras de telefonia fixa para completar chamadas nas redes das operadoras móveis.

Como, em sua avaliação, já há competição na telefonia fixa, "não deveriam colocar restrições, barreiras ou limitações" para o seu crescimento. Mesmo porque, citou ele, "as telecomunicações são um instrumento de política social".

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Ele lembrou que, nos reajustres anuais das concessionárias de telefonia fixa, a Anatel ainda desconta em média 20% de produtividade. "Nos últimos anos isso deixou nossas tarifas baratas demais", disse ele.

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