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WiMax continua envolto em incertezas, aponta pesquisa

Apesar do número crescente de trils que se tornam operações comerciais, a tecnologia de banda larga sem fio ainda deixa investidores em dúvida.

Por Redação do COMPUTERWORLD

17 de dezembro de 2007 - 15h06
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O padrão WiMax de banda larga sem fio, que ganhou uma série de novas implementações em escala comercial nos últimos 12 meses, ainda enfrenta uma certa aura de incertezas, de acordo com pesquisa divulgada hoje (17/12) pela In-Stat.

"A pressão dos investidores pode fazer com que a Sprint desista de seu projeto bilionário. Como esse é o maior projeto de WiMax de que se tem notícia, qualquer decisão que ela tome poderá ter impacto em outras operadoras, assim como ter efeito negativo na tecnologia como um todo", disse Daryl Schoolar, analista do In-Stat.

Segundo a pesquisa, as vendas de infra-estrutura do padrão 802.16e já superou as de 802.16d em 2007. A receita de serviços para WiMax na América do Norte deverão responder por 41% da receita total em 2012, de acordo com o estudo. Mesmo assim, os fornecedores continuam incertos sobre o modelo de negócios das femtocells, por exemplo.

No Brasil, um leilão de freqüências de 3,5 e 10,5 GHz para banda larga sem fio permanece parado na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) desde setembro de 2006. Além de questionamentos do Tribunal de Contas da União (TCU), o leilão enfrentou liminares na Justiça por parte das concessionárias, impedidas de participar da disputa pelo edital.

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