Telecom
Agressividade da Nextel leva Vivo a ágio de 90% no 1º lote
Disputa pelo primeiro lote de freqüências teve mais de uma hora de disputas entre Vivo e Nextel nos estados de Rio, Espírito Santo, Bahia e Sergipe.
Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD
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O primeiro lote das freqüências de terceira geração de celular leiloado há pouco pela Anatel deu uma amostra do apetite das operadoras pelo espectro da nova fase da telefonia móvel. Com cerca de uma hora e quinze de duração, a disputa resultou em um ágio de 90%.
O lote envolvia os estados de Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia e Sergipe - mais três blocos envolverão essa mesma região ao longo do dia. Depois da desistência da TIM, Oi e da Claro, Vivo e Nextel passaram a brigar lance por lance.
O lote é da banda J, que faz mais sentido para a Vivo, em vista das freqüências que ela comprou no leilão das sobras, realizado no final de setembro. Provocada, no entanto, lance a lance pela Nextel, ela precisou chegar a um ágio de 90% para levar a faixa.
O preço mínimo, que era de 163,66 milhões de reais, chegou a 310,35 milhões no último lance dado pela Vivo, quando a Nextel desistiu de fazer contraproposta.
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O leilão pelo segundo lote, que envolve os mesmos estados, mas uma faixa maior de espectro (15 MHz, e não 10 MHz como no lote anterior), passou a receber lances há pouco, também com bastante agressividade. Neste momento, a Claro está na frente, com um ágio de 28%, mas Nextel, TIM e Oi ainda podem apresentar novas ofertas.
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