Publicidade

COMPUTERWORLD - O portal voz do mercado de TI e Comunicação

Telecom

Falta de numeração para celular faz com que teles fixas alterem prefixos

Em função do aumento na base de clientes, Anatel solicita que operadoras cedam a numeração iniciada com 6 para os telefones móveis, que já utilizam números começados com 9, 8 e 7.

Por Redação do COMPUTERWORLD

03 de janeiro de 2008 - 16h25
página 1 de 1

O crescimento acelerado na base de clientes de telefone celular no Brasil - enquanto a telefonia fixa vive uma estagnação que já dura mais de quatro anos - fez com que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) requisitasse códigos de numeração da telefonia fixa para os novos usuários de celular.

A partir de 12 de janeiro, a mudança vai obrigar a Telefônica, por exemplo, a alterar o número de linha de cerca de 2 milhões de clientes. Segundo comunicado da empresa, a mudança será feita de forma gradual, com término previsto para o final de 2008, e abrangerá parte dos assinantes de Guarulhos e das Zonas Norte e Leste da capital paulista.

Os telefones celulares foram lançados no País com números iniciados em 9. Em seguida, passaram a utilizar o numeral 8 e hoje já utilizam o 7 no início do prefixo. A partir de 2008, no entanto, diante da possibilidade de que falte numeração, a Anatel já solicitou os números iniciados com 6.

Segundo a Telefônica, todos os clientes envolvidos receberão carta com informações detalhadas sobre a migração, como data da alteração e novo número de telefone, 90 dias antes da mudança de número de sua linha, conforme determina a regulamentação. O número 6 inicial de cada linha será substituído pelo 2.

Além disso, durante 30 dias após a alteração, haverá duplo encaminhamento das chamadas, ou seja, tanto as ligações feitas para o número antigo (iniciado por 6) como para o novo serão direcionadas automaticamente ao assinante. Depois desse período, por mais 90 dias, as ligações feitas ao número antigo serão interceptadas com uma mensagem eletrônica, informando o novo número, explica a operadora.

Outros destaques do COMPUTERWORLD:
> Dilemas éticos em TI: até onde você vai?
> Felicidade profissional é igual a menos horas e mais energia
> 10 dicas para equilibrar vida pessoal e profissional
> Conheça os melhores lugares para férias geek
> Você já passou por um halloween em TI?

De acordo com dados da Anatel, o número de linhas fixas em serviço no Brasil se mantém em 38,8 milhões desde 2002. Já o número de celulares em uso, que era de 1,7 milhão em 2002, tem previsão de fechar 2007 em cerca de 120 milhões, já que os números de dezembro ainda não estão fechados, mas o total já passava de 116 milhões em novembro. 

Opinião do Leitor [1 comentários]

A equação é simples

É fácil explicar a estagnação no número de linhas fixas: assinatura. Para a população, comprar um celular, pagando mesmo que a prestação, e gastar somente, ou quando isso, um ou dois cartões pré-pagos por mês, é o que se tolera. Agora, pagar "assinatura" e ainda as contas... quando as telefônicas acordarem, já será tarde...
Paulo César - 04 Jan 2008, 10h38
Publicidade
Publicidade
As mais lidas

COBERTURA ESPECIAL

CWCONNECT - A primeira rede social para profissionais de TI e Telecom

Publicidade
coluna tv
Newsletters
Assine a Computerworld