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Brasil Telecom nega mais uma vez já ter fechado acordo com Oi

Companhia é chamada a explicar forte oscilação no preço das ações, mas controladores dizem que ainda não tomaram nenhuma decisão.

Por Redação do COMPUTERWORLD

21 de janeiro de 2008 - 13h12
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Questionada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre a forte oscilação no preço de suas ações, a Brasil Telecom divulgou novo comunicado ao mercado de capitais para reiterar que não firmou, até o momento, "qualquer entendimento, mesmo que preliminar, sobre fusão ou compra ou venda com a Oi/Telemar ou com qualquer outra empresa ou veículo de investimento".

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Ela afirma no comunicado não ter "qualquer participação em eventual negociação sobre a alienação das ações de empresas de sua estrutura societária por seus acionistas controladores".

"A despeito das oscilações de volume e preço observadas nas negociações das ações de emissão das companhias nos últimos dias, as companhias não têm conhecimento de qualquer ato ou fato relevante, pendente de divulgação, que justifique tais oscilações", diz a nota.

As empresas que participam da cadeia societária de controle da Brasil Telecom (Solpart, Techold, Invitel e Zain), por sua vez, informaram no mesmo comunicado que "têm avaliado, com o auxílio de assessorias especializadas, várias alternativas estratégicas para as suas participações societárias nas companhias".

Elas reiteram, no entanto, que, "em que pesem rumores em contrário, e nada obstante haver discussões a respeito, não tomaram qualquer decisão no sentido de realizar uma reorganização societária das companhias, nem tampouco firmaram qualquer compromisso, mesmo que preliminar, sobre fusão ou compra ou venda com a Oi/Telemar ou com qualquer outra empresa".

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As duas empresas têm sido chamadas a divulgar comunicados ao mercado desde o início deste mês, quando as notícias sobre a fusão se intensificaram na mídia. Pelas reportagens, sócios da Oi farão uma oferta pelas ações da Brasil Telecom, criando uma megaoperadora nacional de telecomunicações, com apoio do governo, que terá de alterar a atual Lei Geral de Outorgas para isso.

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