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Diante das declarações do ministro, BrT nega novamente acerto com Oi

Esta é a terceira vez que a companhia divulga ao mercado de capitais o mesmo comunicado, desta vez para responder a declarações de Hélio Costa.

Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD

30 de janeiro de 2008 - 11h05
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A Brasil Telecom divulgou, pela terceira vez este ano, o mesmo comunicado em que nega já ter fechado alguma transação de fusão ou venda de ações com a Oi.

Desta vez, a companhia divulgou o comunicado diante da oscilação no valor de suas ações depois que o ministro das Comunicações, Hélio Costa, ter afirmado no Rio de Janeiro ontem (29/01) que já teria recebido a documentação para análise da fusão entre as companhias.

Os rumores sobre a possível fusão - que se daria através de uma oferta de sócios da Oi pelas ações da Brasil Telecom - se tornaram mais intensos nos primeiros dias de janeiro, depois de vazarem pela imprensa.

As companhias admitem as negociações, mas negam que o negócio já esteja fechado. Mesmo porque ele depende de um decreto presidencial para alterar a atual Lei Geral de Outorgas, que hoje proíbe que uma mesma companhia detenha duas concessões públicas de telefonia, o que seria o caso na fusão de Oi com Brasil Telecom.

Além disso, o modelo em que tal fusão será feita também é alvo de discussões, segundo as reportagens veiculadas na imprensa desde então. Dois sócios da Oi devem criar uma companhia para comprar as ações da BrT. Também não se sabe ainda quais contrapartidas o governo federal vai exigir nessa nova empresa para que dê o seu aval à sua criação.

Em teleconferência há pouco com analistas para comentar o balanço da companhia, Paulo Narcélio Simões Amaral, diretor de relações com investidores, afirmou que não poderia responder perguntas sobre a possível fusão e que a companhia reiterava o que estava no comunicado.

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O texto diz que a Brasil Telecom S.A. e a Brasil Telecom Participações "não firmaram qualquer entendimento, mesmo que preliminar, sobre fusão ou compra ou venda com a Oi/Telemar ou com qualquer outra empresa ou veículo de investimento".

 

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