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3G no Brasil: 2008 terá lançamentos; comércio fica forte em 2009

Diretor da 3G Américas diz que Claro e Telemig (agora Vivo) saíram na frente, mas que serviço só vai se popularizar quando as demais operadoras lançarem suas redes.

Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD

10 de abril de 2008 - 17h05
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O dia das mães é uma data que pode pressionar o Tribunal de Contas da União (TCU) a acelerar a aprovação das transações de compra de espectro realizadas durante o leilão de terceira geração realizado em dezembro do ano passado – o que viabiliza o lançamento dos serviços.

Mas mesmo se isso acontecer, o diretor da 3G Américas para América Latina e Caribe, Erasmo Rojas, acredita que ainda leva algum tempo para que as atividades comerciais se tornem intensas. “Esse ano é mais de lançamentos e a assinatura dos primeiros pacotes de serviços, que na verdade se intensificam mesmo em 2009”, diz.

O executivo acredita que apesar de Claro e Telemig Celular (que a Vivo adquiriu) terem lançado seus serviços em novembro do ano passado, com espectro que já possuíam – de 850 MHz a 1800 MHz – as ofertas e adesão dos consumidores só vai ser expressiva quando esse mercado tiver concorrência.

O foco de quem já fez lançamentos é o mercado corporativo e também os usuários de planos pós-pagos. “Quem já fez lançamento – justamente para sair na frente e ter um diferencial, procura anunciar ofertas que chamem a atenção e um dos destaques são as videochamadas”, diz.

A liberação de mais lotes de banda de terceira geração, no entanto, pode representar um benefício para o Brasil, que poderá cobrir mais cidades do interior com sinal de celular e levar também acesso a banda larga. “A divisão digital tende a diminuir”, afirma Rojas.

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