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Negócio entre BrT e Oi não cria super tele, opina ministro

Ministro do MDIC, Miguel Jorge, diz que negócio entre duas empresas criará companhia menor do que as concorrentes.

Por Fabiana Monte, do COMPUTERWORLD

13 de junho de 2008 - 14h17
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O Ministro do Desenvolvimento Indústria e Comércio, Miguel Jorge, disse nesta sexta-feira (13/06), durante o CIAB, que a compra da Brasil Telecom pela Oi não criará uma "super tele nacional".

"Juntas, elas formarão uma companhia nacional menor do que as outras duas", ponderou, referindo-se indiretamente à Telmex e à Telefônica. Mas o ministro reconheceu que o negócio dá mais relevância à participação de capital nacional no setor de telecomunicações. "É melhor ter uma grande do que duas pequenas", comentou.

A compra da Brasil Telecom pela Oi foi viabilizada pelas mudanças no Plano Geral de Outorgas (PGO) anunciadas nesta quinta-feira (12/06) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Ao todo, serão 30 alterações.

A redação anterior do PGO não permitia que o negócio fosse concretizado, já que proibia que uma operadora que atua em uma região comprasse uma empresa de outra região diferente para evitar concentração de mercado e possível monopólio.

Após as mudanças, a Anatel colocará novo plano geral de outorgas em consulta pública por 30 dias.

Entenda o que significa a operadora Oi/Brasil Telecom para o mercado de telecomunicações no Brasil.

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