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Crise financeira não afeta contratos de operadoras com a EMC

Setor representa 35% da receita da companhia no Brasil, resultado atribuído à necessidade de reduzir custos por parte dos clientes.

Por Fábio Barros, do COMPUTERWORLD

29 de outubro de 2008 - 06h30
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No que depender do setor de telecomunicações do Brasil, a EMC deve passar ao largo da crise financeira. A companhia, que recentemente divulgou crescimento de 12% no terceiro trimestre fiscal, tem 35% de sua receita no País advinda do segmento, e acredita que a situação deve continuar assim.

De acordo com Leon Taiman, diretor sênior das áreas de telecom, mídia e etretenimento para a América Latina, a confiança vem do fato de o mercado estar em busca de soluções que reduzam custos e do setor de telecom ter que se organizar para que isso aconteça. “As telcos cresceram de forma tão rápida que adotaram TI de forma desordenada. Agora estas empresas estão amadurecendo e consolidando seus ativos de TI”, afirma.

Não por acaso o setor representa cerca de 20 % da receita global da companhia. Sobre a média brasileira estar acima da global, Luiz Claudio Correa, diretor comercial da EMC Brasil, lembra que a operação local cresceu 31% no terceiro trimestre de 2008 e que esta tem sido uma tendência da América Latina. “A América Latina foi a região que mais cresceu em nossa operação, chegando a 24% no último trimestre”, disse.

Na soma dos primeiros três trimestres do ano, Taiman afirmou que o crescimento da região acumula 30% sobre o mesmo período do ano passado. “O setor de telecomunicações, com crise ou sem crise, deve continuar crescendo na casa dos dois dígitos”, aposta o executivo.

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