Telecom
Vivendi supera Telefônica e compra GVT
Grupo francês paga R$ 56 por ação da GVT e fica com 57,5% da operadora. Valor da oferta totaliza R$ 7,2 bilhões.
Por Fabiana Monte, da Computerworld
ATUALIZADA ÀS 19H30MIN
O grupo francês Vivendi surpreendeu o mercado e anunciou a aquisição de 37,9% da GVT, nesta sexta-feira (13/11), da GVT. A Vivendi pagou 56 reais por ação e tem opção de compra incondicional de outros 19,6% da GVT. Com isso, a operadora francesa passa a deter 57,5% da GVT.
O valor total do negócio é de cerca de 7,2 bilhões de reais. O preço por ação é 33% superior aos 42 reais por ação inicialmente oferecidos pela Vivendi. A aquisição foi fechada com os acionistas fundadores e controladores da operadora brasileira, conforme informa comunicado da Vivendi divulgado no mercado francês.
No texto, o CEO da Vivendi, Jean-Bernard Lévy, afirma que a oferta pela GVT reflete a qualidade excepcional do operador e suas equipes. Com as soluções e produtos inovadores em telefonia e internet, a GVT tem o melhor desempenho, entre operadores brasileiros, de banda larga larga, informa o documento.
Vivendi e Telefônica estavam interessadas na compra da GVT e vinham disputando a operadora nos últimos dois meses. Nesta quinta-feira (12/11), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou o pedido de anuência prévia para a mudança societária da GVT e abriu caminho para a realização do negócio. Na decisão, a Anatel estabeleceu condições para que a mudança do controle acionário da GVT apenas para uma possível compra pela Telefônica. Como a Vivendi é um grupo novo entrante no mercado nacional, o órgão regulador não impôs restrições.
Procurada por Computerworld, a assessoria de imprensa da Telefônica informou que "a respeito da notícia veiculada pela imprensa na final do dia, a empresa manifesta seus melhores desejos e boa sorte à GVT". Em comunicado, a operadora ressalta queo Brasil continua sendo um mercado estratégico e que estará sempre atenta a novas oportunidades que surjam no setor de telecomunicações. Segundo o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, o valor de 50,50 reais por ação oferecidos pela operadora espanhola pela GVT era a oferta máxima que poderia ser feita pela empresa.
Leia mais:
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PARABÉNS VIVENDI !!!
ENFIM... VIVENDI COMPRA A GVT. ACABA O MISTÉRIO DO MONOPÓLIO QUE A "TELEFONICALIXO" TANTO GOSTARIA. SEJA BEM VINDA AO BRASIL!!!
MARCELO
Marcelo - 16 Nov 2009, 21h19
Viva a concorrencia
O engraçado e quando era do governo tinha um discurso que era ruim porque era o estado...
Quando partiram o monopólio estatal em FEUDOS privados; estes mesmos "empresários" e "especialistas" da noite pro dia ficaram contra a concorrência, "bacana $$$".
O bom disso já que nem Oi nem Telefônica compraram, porque estes empresários "homens de visão" não pegam essa grana preta que eles nos extorquiram todos estes anos de FEUDO privado e investem na melhoria da rede.
O sucesso da GVT foi simples, ela oferece um produto que funciona numa velocidade decente num preço decente e um call center que atende a sabe o que esta falando do outro lado.
Adilson - 16 Nov 2009, 14h54
ALELUIAAAAAAAAAAAAAAA
AInda bem que a GVT não foi vendida pra telefônica.
Graças a deus mesmo, uma empresa modelo de sucesso como a GVT não merecia ser entregua uma empresa modelo de MÀ gestão.
Parabens vivendi e de continuidade aos serviços de excelência que a GVT oeferece.
edi - 16 Nov 2009, 10h30
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