Publicidade

COMPUTERWORLD - O portal voz do mercado de TI e Comunicação

A central de whitepapers de tecnologia da COMPUTERWORLD

Telecom

Tesouro estuda destinar R$ 3,5 bi para plano de banda larga

A afirmação é do secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna.

Redação do IDG Now!

29 de abril de 2010 - 11h17
página 1 de 1

A empresa que terá a responsabilidade de implantar o Plano Nacional de Banda Larga receberá investimentos do governo da ordem de 3,5 bilhões de reais - os recursos serão destinados por meio do Tesouro Nacional. A afirmação foi dada pelo secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, nesta quarta-feira (28/4), durante audiência pública na Câmara dos Deputados.

Na pauta do encontro estava a possibilidade de reativação da Telebrás como empresa estatal responsável pela gestão do Plano Nacional de Banda Larga.

Conforme Santanna, a verba será aplicada nos três primeiros anos do plano para fazer as redes principais, conhecidas como backbones, e as redes hierárquicas, os backhauls.

“Depois disso, o negócio se torna rentável e passa a se autofinanciar”, disse o secretário, lembrando que o investimento total pode chegar a R$ 6 bilhões.

 O secretário também explicou que existem, potencialmente, mais 5 bilhões de reais em incentivos para a indústria brasileira, em forma de renúncia fiscal ou financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

“Isso é um potencial máximo. Parte do princípio de que as projeções de mercado de compra das empresas privadas e também do governo se realizem”.

Segundo Santanna, essa é uma das alternativas estudadas pelo governo, além da possibilidade de criar uma nova empresa para este fim. Ele lembrou que o governo já havia demonstrado essa intenção em 2007, quando emitiu um comunicado de fato relevante ao mercado.

“Eu defendo a utilização da empresa, parece ser o caminho mais rápido e mais fácil, já que é uma empresa estruturada, mas há outras vertentes de discussão dentro do governo”, disse Santanna.

O secretário informou que, além das operadoras de telefonia (fixa e móvel) e de TV por assinatura, existem hoje cerca de 1,7 mil pequenos provedores que podem fazer o serviço da “última milha”, que é o trecho que liga a rede de telecomunicações à casa dos consumidores. A intenção do governo é não oferecer o serviço, que ficará a cargo das empresas privadas.

Publicidade
As mais lidas
Especial - IT Leaders 2011

IT Board

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Newsletters
Assine a Computerworld