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Operadoras voltam a cobrar lei nacional para instalação de antenas

Sindicato alega que existem hoje mais de 250 regulamentações municipais que dificultam implantação das redes para acompanhar crescimento dos serviços, que passam agora a ser monitorados mais de perto pela Anatel.

Da Redação

03 de agosto de 2012 - 14h57
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Depois da liberação das vendas de chips da Oi, TIM e Claro, as operadoras voltaram a cobrar medidas para compartilhamento das redes de telecomunicações. Segundo dados do setor, existem hoje mais de 250 diferentes leis municipais que dificultam e atrasam implantação de infraestrutura, especialmente das antenas de telefonia móvel, comprometendo a prestação dos serviços.

Em nota distribuída pelo Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), a retomada das vendas de chips de telefone celular e de modems de acesso à banda larga móvel beneficia a população brasileira. Entretanto, não devem ser encerradas as discussões com os governos federal, municipal e estadual sobre a criação de condições e incentivos para compartilhamento de infraestrutura.

De acordo com o sindicato, a quarta geração da telefonia móvel (4G), que começará a operar no próximo ano e será demandada durante a Copa do Mundo de Futebol de 2014, exigirá pelo menos o dobro do número de antenas utilizadas hoje pela tecnologia 3G.

“E a instalação dessa infraestrutura também poderá enfrentar as mesmas dificuldades”, informa o SindiTelebrasil.



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